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Álbum homônimo de Clara Nunes, de 1973, ganha edição em vinil amarelo

Álbum homônimo de Clara Nunes, de 1973, ganha edição em vinil amarelo
Foto: Divulgação

A saudosa cantora Clara Nunes faria 81 anos no último sábado (18) e como forma de celebrar sua carreira, a gravadora Universal Music disponibilizou na UMusic Store, plataforma de e-commerce da companhia, o álbum homônimo, em vinil amarelo, lançado originalmente pela cantora em 1973. As informações são do site especializado Vinews.

Mítica sereia da música popular brasileira, Clara Nunes foi retratada como tal pelo artista plástico Luiz Jasmin na bela capa do álbum. Produzido pelo radialista Adelzon Alves, o disco deu continuidade à planejada conversão da cantora mineira ao samba e a outros gêneros populares.

Álbum homônimo de Clara Nunes, de 1973, ganha edição em vinil amarelo

Foto: Divulgação

O samba-lamento Tristeza, pé no chão (Armando Fernandes) é um dos mais belos registros da cantora e o maior sucesso do LP.: “O pagode quando é bom, vai até de madrugada”, ensina Clara em Fala viola (Eloir Silva / Francisco Inácio), alguns anos antes do termo ser popularizado.

Na faixa seguinte, Seu canto ilumina Minha festa, raro samba feliz de Nelson Cavaquinho e Guilherme de Brito. A melancolia de Umas e outras, de Chico Buarque, permanece em Arlequim de bronze (Synval Silva), sucesso de Carmen Miranda.

Álbum homônimo de Clara Nunes, de 1973, ganha edição em vinil amarelo

Foto: Universal Music

Única parceria de Jards Macalé e Vinicius de Moraes, a melodiosa O mais que perfeito tem sua primeira gravação encerrando o Lado A. O partido Quando eu vim de Minas, do carioca Xangô da Mangueira, reabre os trabalhos com graça. O nordeste entra em cena em Meu Cariri (Dilú Mello / Rosil Cavalcanti) e em Homenagem a Olinda, Recife e Pai Edu (Baracho).

Outro momento de grande beleza se dá em É doce morrer no mar, do baiano Dorival Caymmi. Vinicius reaparece na dolente Amei tanto, parceria com Baden Powell, em novo show de interpretação. Última faixa do primoroso disco, Valeu pelo amor revela o então novato compositor, Ivor Lancellotti.

Relançado em vinil 50 anos depois, o álbum Clara Nunes conserva sua luminosa beleza.

Confira o conteúdo do álbum Clara Nunes de 1973:

Lado A

1 – Tristeza pé no chão (Armando Fernandes Mamão)
2 – Fala viola (Eloir Silva/ Francisco Inácio)
3 – Minha festa (Guilherme de Brito/ Nelson Cavaquinho)
4 – Umas e outras (Chico Buarque de Holanda)
5 – Arlequim de bronze (Ao voltar no samba) (Synval Silva)
6 – O mais que perfeito (Jards Macalé/ Vinicius de Moraes)

Lado B

1 – Quando eu vim de Minas (Xangô da Mangueira)
2 – Meu Cariri (Dilú Mello/ Rosil Cavalcanti)
3 – Homenagem à Olinda, Recife e Pai Edu (Baracho)
4 – É doce morrer no mar (Dorival Caymmi)
5 – Amei tanto (Baden Powell/ Vinicius de Moraes)
6 – Valeu pelo amor (Ivor Lancellotti)

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