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CLASSICA

Pianista Víkingur Ólafsson revisita Bach no álbum ‘Goldberg Variations’

Pianista Víkingur Ólafsson revisita Bach no álbum 'Goldberg Variations'
Foto: Universal Music / Deutsche Grammophone

Celebrado por suas interpretações visionárias de J.S. Bach (1685-1750), Víkingur Ólafsson, um dos maiores pianistas e mentes musicais da atualidade, abraça agora as monumentais Variações Goldberg, de Bach. Ólafsson está dedicando toda a sua temporada de 2023-2024 à turnê global da obra em seis continentes, e o álbum está sendo lançado agora pela Universal Music, via Deutsche Grammophon.

“Sonho em gravar essa obra há 25 anos”, diz o pianista islandês.

Pianista Víkingur Ólafsson revisita Bach no álbum 'Goldberg Variations'

Foto: Universal Music / Deutsche Grammophone

“Víkingur Ólafsson dá nova vida a cada nota das ‘Variações Goldberg’”, diz o Dr. Clemens Trautmann, presidente da Deutsche Grammophon. “Sua sutil sensibilidade ao toque faz com que essa complexa composição pareça leve e sem esforço. A abordagem de Víkingur a esse ponto supremo da arte musical barroca oferece uma combinação quase paradoxal entre lúdico e profundo. É assim que a música composta ‘para refrescar o espírito dos amantes da música’ deve soar — é exatamente o que Bach deve ter tido em mente. O projeto ‘Variações Goldberg’ incorpora e até transcende todas as qualidades que tornaram a obra fonográfica de Víkingur na Deutsche Grammophon tão inovadora, contemporânea e incrivelmente bem-sucedida.”

O álbum dá sequência ao grande sucesso da gravação de obras de Johann Sebastian Bach feita por Ólafsson em 2018 para a Deutsche Grammophon. O disco ganhou o prêmio Álbum do Ano da revista BBC Music, o prêmio Opus Klassik’s Solo Recital, vários outros prêmios de gravação do ano e levou o pianista islandês a ser nomeado Artista do Ano pela revista Gramophone. Agora, Ólafsson traz sua visão musical única em uma gravação meticulosa e tocante para a obra-prima de Bach.

Christian Badzura, vice-presidente de A&R New Repertoire da Deutsche Grammophon, relembra as origens do projeto: “Quando conheci Víkingur, perguntei o que ele tocaria para mim e ele disse: as ‘Variações Goldberg’. Naquela época, fiquei imediatamente impressionado com sua performance e sabia que tínhamos que trabalhar juntos. Agora, mais de oito anos depois, estamos finalmente lançando as ‘Variações Goldberg’. As vendas e os streams alcançados até agora em todos os lançamentos são extraordinários. O sucesso é sempre um esforço de equipe — há muitos talentos invisíveis com paixão, criatividade, habilidades analíticas e resistência envolvidos nesse processo, e eu gostaria de expressar minha gratidão a todos que participaram e continuam participando dessa jornada artística excepcional”.

Pianista Víkingur Ólafsson revisita Bach no álbum 'Goldberg Variations'

Foto: Universal Music / Deutsche Grammophon

Ólafsson está dedicando sua atual temporada a uma turnê mundial das Variações Goldberg, apresentando a obra em seis continentes ao longo do ano. Ele leva a obra-prima de Bach para as principais salas de concerto, incluindo o Southbank Centre de Londres, o Carnegie Hall de Nova York, o Wiener Konzerthaus, a Philharmonie de Paris, a Philharmonie Berlin, o Harpa Concert Hall, o Walt Disney Hall de Los Angeles, a Sala São Paulo, a Sinfônica de Xangai, a Tonhalle Zurich, a KKL Luzern, a Alte Oper Frankfurt e a Mupa Budapest.

“As ‘Variações Goldberg’ contêm música para piano que está entre as mais virtuosísticas já escritas, alguns dos usos mais surpreendentemente brilhantes do contraponto no repertório e inúmeras instâncias de poesia exaltada, contemplação abstrata e pathos profundo — tudo dentro de estruturas imaculadamente moldadas de perfeição formal. Em 30 variações, construídas sobre a humilde estrutura harmônica de uma ária simples e graciosa, Bach transforma material limitado em variedade ilimitada como ninguém antes ou depois. Ele é o maior virtuose do teclado de sua época”, comenta Víkingur Ólafsson.

O pianista continua: “Como em algumas das outras obras de Bach nessa escala, eu estava inclinado a pensar nas ‘Variações Goldberg’ como uma grande e imponente catedral de música, magnífica em sua estrutura e intrincada em sua ornamentação. Agora, acho que outra metáfora é mais adequada: a de um grande carvalho, não menos magnífico, mas de alguma forma orgânico, vivo e vibrante, suas formas tanto responsivas quanto regenerativas, suas folhas se desenrolando constantemente para produzir oxigênio musical para seus admiradores por meio de uma fotossíntese metafísica e que dobra o tempo”.

Ouça o álbum:

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